sexta-feira, 1 de abril de 2011

Fórum da EBF em SP reúne executivos e discute futuro da Igreja - afirma que o futuro está no Discipulado!

EXPOCRISTA

220 MIL TEMPLOS PELO BRASIL

Por: Celso de Carvalho - Redação Creio


          No Brasil há, segundo o pesquisador da Sepal, Rubens Muzio, 220 mil templos e até 2020 os evangélicos serão 109 milhões no Brasil. Estes foram alguns dados divulgados no Fórum ‘O Brasil de 2020 com mais de 100 milhões de evangélicos’, realizado no Hotel Holiday Inn em São Paulo na tarde desta terça-feira, dia 29.  Promovido pela EBF COMUNICAÇÕES  o evento reuniu especialistas e debateu em dois painéis sobre Ofertas e Demandas para a Igreja e ao Consumidor Cristão.

        Após abertura do presidente da EBF, Eduardo Berzin Filho, o missionário e pesquisador da Sepal, Rubens Muzio apresentou dados sobre a evolução dos evangélicos no Brasil. Falou dentre outros números que existem 1,132 mil municípios com menos de 5% de evangélicos e citou o super crescimento nas Regiões Sudeste e Litoral do Nordeste, mas lembrou da falta de obreiros nas regiões Sul, Norte e no interior do Nordeste. “È uma janela de oportunidade que eventualmente se fechará. Isto acontece a todos os movimentos de despertamento”, enfatizou.

           
    Ele citou ainda que há no Brasil 220 mil templos e pontos de pregação e analisou que o grupo dos ‘sem igreja’ e ‘sem religião’ também estão crescendo. “De dez brasileiros, um se considera sem religião. No Rio de Janeiro 12% dos cariocas já se consideram sem Igreja. O grande problema é que a Igreja está fazendo papel de obstetra oferecendo leite básico ao evangelho e não oferecendo algo sólido na dinâmica da fé”.

        Após as considerações o debate foi conduzido pelo diretor de marketing da EBF COMUNICAÇÕES, Rogério Barrios, que ao lado do vice-prefeito da cidade de Betim (MG), Alex Amaral; Adilson Ferreira, da Junta de Missões Mundiais; e do pastor Juanribe Pagliarin, levantaram as oportunidades para a Igreja Brasileira.  Alex Amaral citou as oportunidades dadas aos evangélicos durante a EXPO BETIM CRISTÃ e de como o Poder Público e a Igreja podem caminhar juntos. Juanribe Pagliarin apresentou como os meios de comunicação e seu projeto ‘Pregadores no Telhado’ podem auxiliar a alcançar os lugares mais afastados do evangelho; Adilson Ferreira conduziu o debate mostrando a transformação da sociedade e citou como exemplo a ação dos batistas na Cracolândia.

           
         Apos intervalo o diretor de marketing da EBF COMUNICAÇÕES, Rogério Barrios, conduziu o debate para as Ofertas e Demandas com este crescimento e reuniu no segundo painel o diretor artistico da Sony Music, Maurício Soares; diretor executivo da CPAD, Ronaldo Rodrigues; José Paulo Fernandes Júnior, diretor da Universidade Presbiteriana Mackenzie; Alessandro Tostes, diretor da gravadora Novo tempo.

        No debate assuntos pertinentes como O Livro Digital – a CPAD está preocupada e investirá neste segmento; A música digital e pirataria – como a Sony está investindo neste ramo; Alessandro Tostes – a frente missionária e compromisso dos meios de comunicação.

        Um assunto foi comum neste painel: o segmento cristão precisa de profissionalização e precisa lidar melhor com as novas mídias.

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Data: 30/3/2011 10:54:38

Conflito entre cristãos e muçulmanos coloca Costa do Marfim no foco mundial

Notícias
 
1/4/2011 - 15h00 

COSTA DO MARFIM (*) - A guerra na Líbia e as sublevações populares na Tunísia e no Egito deixaram em segundo plano as crises na outra África, a África Subsaariana, e em particular na Costa do Marfim.

Junto com o Brasil, a Costa do Marfim tem uma característica singular: os dois países são os únicos, dentre os 193 existentes atualmente, que tem um nome tirado de uma antiga mercadoria colonial. Como o Brasil, a Costa do Marfim recebeu seu nome dos portugueses que, até o final do século 16, foram os únicos europeus presentes na região.

Independente desde 1960, quando houve o grande movimento de descolonização francesa na África Subsaariana, a Costa do Marfim sempre manteve laços estreitos com a França, por obra e graça de seu primeiro presidente, Houphouet-Boigny.

Na realidade, Houphouet-Boigny se manteve no posto, de maneira ditatorial, de 1960 até a sua morte, em 1993. Sua imbricação com os interesses políticos e econômicos franceses, que controlam a comercialização do cacau e do café, principal riqueza do país, tornou-se proverbial.

Durante anos, o país foi próspero. Mas, a partir de meados dos anos 1980, a economia estagnou, devido à secas e à queda dos preços do café e do cacau, trazendo problemas sociais, motins militares e tensões étnicas e religiosas. As populações do Norte do país são majoritariamente muçulmanas, enquanto as do Sul são em geral cristãs.

Tropas da ONU mantêm uma paz precária no país desde 2002. Presidente em exercício a partir do ano 2000, Laurent Gbagbo, cristão e com suas bases eleitorais no Sul, enfrentou Alassane Ouattara, muçulmano muito popular no Norte do país, nas presidenciais de setembro e outubro do ano passado.

Conforme a comissão eleitoral independente da Costa do Marfim, Ouattara foi o vencedor das eleições. Apesar de tudo, Gbagbo não cedeu à presidência a Outtara, que também foi reconhecido como vencedor das eleições pela ONU, a União Europeia e os Estados Unidos.

Seguiram-se os conflitos que mergulharam o país em enfrentamentos armados. Nesta semana, o Conselho de Segurança da ONU votou, por unanimidade, sanções contra Gbagbo e sua família, instando a “retirar-se imediatamente” da presidência.

Nos últimos dias, as forças legalistas que apoiam Ouattara tomaram Yamoussoukro, capital constitucional do país, e acentuam o cerco à Abidjan, capital econômica, onde se encontra Gbagbo e seu estado-maior.

O embate entre cristãos e muçulmanos dá uma dimensão internacional à crise na Costa do Marfim. O conjunto da população da África subsaariana compõe-se de 57% de cristãos e 29% de muçulmanos. Mas nos países acima da bacia do Congo, as proporções são mais próximas e as clivagens internas mais nítidas, como na Nigéria e no Sudão, onde surgiram conflitos sangrentos entre as duas comunidades.

Não sabemos quais serão as consequências desse conflito para cristãos e muçulmanos da Costa do Marfim. Dependendo do resultado pode gerar perseguição e segregação de um grupo pelo outro ou mesmo desencadear conflitos político-religiosos em outros países do norte da África e África Subsaariana onde exista essa divisão.

Oremos para que os conflitos não gerem derramamento de sangue e perseguição. Ore para que Deus traga paz e realize Sua vontade nessas áreas afetadas pela violência.


* Este país não se enquadra entre os 50 mais intolerantes ao cristianismo.

Fonte: UOL  

EVANGELISMO

Igrejas evangélicas brasileiras crescem em Moçambique
De bata africana prateada com detalhes em azul, Santiago sai do carro e sobe no palco em meio a seguranças vestidos de preto, gritos e acenos. Quando ele aparece, a multidão – formada em sua maioria por jovens – abre faixas com seu nome, agita bandeiras e manda beijos. Ele agradece e sorri de volta. Luzes e música completam o cenário.

Não se trata de ídolo sertanejo, astro de novela ou vencedor de reality show. Valdemiro Santiago é o líder da Igreja Mundial do Poder de Deus. Como faz anualmente, ele veio a Moçambique para um culto de Natal e para se reunir com bispos, pastores, obreiros e seguidores da igreja, fundada em 1998 em Sorocaba (SP), depois que ele decidiu deixar a Igreja Universal do Reino de Deus, da qual foi pastor e bispo por quase 20 anos.

“Somos filhos da África e eu já morei aqui”, diz Santiago à reportagem da Empresa Brasil de Comunicação (EBC), carregando uma grande Bíblia na mão direita e acompanhado da mulher. “Tenho impressão de que, quando nos juntamos, é como se as nossas raízes começassem a se manifestar. Estou muito feliz de estar aqui. Glória a Deus! Obrigado Jesus”, diz, lembrando que também irá passar pela África do Sul e Angola.

Minutos depois, o mineiro de Palma, de 47 anos, começa o culto: “Deus vai fazer milagres hoje aqui. Você vai ver gente curada agora. Paralítico vai andar, as dores vão sumir”. Gritos são ouvidos pela plateia, que ocupa boa parte do gramado da Praça da Paz, em Maputo. Pastores acodem quem passa mal e muletas são erguidas no ar. Exatamente como na TV, nos cultos transmitidos diariamente em uma emissora moçambicana (KTV) e várias brasileiras.

A Igreja Mundial é só uma das várias denominações evangélicas brasileiras que cresceram muito na África nos últimos anos. Pelas ruas de Maputo - e de outras cidades africanas, como Joanesburgo (África do Sul), Luanda (Angola) e Praia (Cabo Verde) - é possível ver várias construções com o coração vermelho e a pomba branca que identificam a Igreja Universal do Reino de Deus (ou Universal Church of the Kingdom of God, nos países de língua inglesa). Placas nas calçadas mostram onde se reúnem os seguidores da “Deus é Amor” em Maputo, “fundada em 1962 pelo missionário David Miranda”, como indica o letreiro.

O cristianismo chegou à África com os colonizadores europeus. Em Moçambique, a religião foi trazida pelos portugueses católicos. De acordo com o 3º Censo da População (2010), 5,7 milhões dos 20,2 milhões de moçambicanos são cristãos. Cerca de 3,1 milhões são protestantes de igrejas tradicionais e 2,9 milhões são evangélicos pentecostais. O islamismo chegou antes à região, principalmente, na parte norte do país e, atualmente, cerca de 3,6 milhões de pessoas se declaram muçulmanas. Se declaram seguidores de crenças africanas, 3,7 milhões de moçambicanos. Mas, como no Brasil, vários adeptos de uma religião não deixam de ir ao curandeiro ou de pedir proteção aos espíritos.

Durante os anos de governo socialista, o Natal foi oficialmente substituído no calendário moçambicano pelo Dia da Família. Mas, hoje em dia, árvores coloridas e bonecos de Papai Noel (chamados de Pai Natal, à moda portuguesa) vestidos para o frio voltaram a ocupar as vitrines das lojas, em meio aos 40 graus comuns nesta época do ano.

O Jesus Cristo das igrejas evangélicas chamadas neopentecostais é o mesmo; a Bíblia também. Mas cada pastor tem seu rebanho. Algumas igrejas pedem abertamente a contribuição do dízimo, obrigação que nem mesmo os habitantes dos países mais pobres do mundo parecem estar isentos. Outras fazem questão de indicar que o foco é outro. “Aqui não se vende milagre”, diz o apóstolo Santiago, durante pregação na última terça-feira (22) em Maputo. “E quem faz milagre é Deus, não é punhado de sal grosso”.

Mesmo tentando marcar diferenças, em pelo menos um aspecto as denominações evangélicas vindas do Brasil parecem estar de acordo: o combate ao que chamam de “feitiçaria, magia negra, coisas do demônio”, que acabam associadas às práticas de curandeiros e médicos tradicionais, tão comuns em toda África.

“Não há choque de culturas”, assegura o bispo da Mundial em Maputo, Leonardo Germano, nascido no Rio de Janeiro. “Para nós, estar aqui é uma grande alegria. Não queremos comparar ou dizer qual é melhor. Só queremos levar a palavra de Deus aos que sofrem”, diz, também de bata africana, branca com elefantes azuis desenhados no tecido.

Para Fernando Mathe, porta-voz da Associação Moçambicana de Médicos Tradicionais (Ametramo), o relacionamento podia ser melhor. “Os médicos tradicionais ficam até revoltados”, afirma. “Eles não gostam de ver suas práticas, cultura de tanto tempo, serem chamadas de lixo”. Ele acredita que é possível melhorar essa situação com mais de diálogo. “Eu quero propor a eles uma grande reunião, uma conversa. Eles [as igrejas evangélicas] fazem bem ao povo, todos veem isso”, afirma, citando o trabalho social que as igrejas realizam no país. “Mas é preciso melhorar essa parte [relacionamento] conosco”.

Fernando conhece bem as diferenças entre evangélicos e médicos tradicionais: o pai dele é pastor há 40 anos. Romão Mathe passou a seguir a Igreja Cristã Zion – surgida nos anos 20 na África do Sul – depois de, segundo ele próprio, ter sido curado de uma inflamação na barriga. Como o filho, o pai de Romão também era médico tradicional. E, segundo Romão, nunca houve problemas na convivência.“Um salva com a imposição da mão; outro salva com o espírito. Mas é a mesma coisa – todos querem fazer o bem”, afirma.

“A igreja cristã tem um 'deus ciumento', mas, até agora, esse cruzamento de culturas tem sido positivo”, acredita Silvério Ronguane, chefe do Departamento de Ciências Aplicadas do Instituto Superior de Relações Internacionais de Moçambique. “É preciso manter um entendimento.”

Ele acredita que as “igrejas brasileiras” ajudam a reorganizar a vida social de muita gente que saiu do interior do país sem a família (vários empurrados pela Guerra Civil, que acabou em 1994) e perdeu suas referências. “A cultura africana funciona com base na família, clã, tribo. Os expatriados, ao vir de sua aldeia para cidade, já não têm esse conforto. Então acabam por ser as religiões de espírito pentecostal que fazem o papel que a tradição fazia, de cobertura comunitária.”

Estudioso das crenças tradicionais, Ronguane diz que os próprios curandeiros estão sendo influenciados pelas igrejas evangélicas. “Antes não se via anúncio de médico tradicional nas ruas; agora, eles existem”, afirma. “Estão bebendo do marketing agressivo [das igrejas].”

Essa “agressividade” já se reflete até no português falado na África. “Erres” e “esses” puxados, expressões no gerúndio e voz gutural são comuns nas pregações na televisão e no rádio. É preciso prestar atenção para notar se o pastor é brasileiro ou moçambicano. “Não há dúvida que as novelas e a música brasileiras [muito difundidas no país] contribuem, mas já há uma influência linguística indiscutível também por meio da religião”, diz o especialista.


Data: 25/12/2010
Fonte: Agência Brasil

sábado, 26 de março de 2011

Calcula-se que até hoje menos da metade da população mundial com suas etnias e idiomas tenha sido confrontada com o evangelho. A outra parte, com sua maioria absoluta na Janela 10/40°

O termo “Janela 10/40” originou-se com Luis Bush diretor International AD2000 & Beyond Movement durante a 2ª Conferência de Lausanne, em Manila, em Julho de 1989. Desde então, tem sido usado por Missiólogos e autoridades eclesiásticas no mundo. Representa uma grande multidão de cerca de 2,7 bilhões de pessoas que ainda são objeto dos empreendimento missionários do povo de Deus.  A área de maior perseguição atualmente fica na Janela 10/40, a faixa compreendida entre os paralelos 10" e 40", onde vivem 97% das pessoas menos evangelizadas do mundo. Essa área retangular se estende do oeste da África até a Ásia, entre os paralelos 10 e 40 ao norte do Equador. Há 1,6 bilhões de muçulmanos, hindus e budistas vivendo nessa "janela" e em alguns países a Igreja foi quase que eliminada como resultado da opressão islâmica. A população cristã lá é menor que 2%, uma pequena, porém, preciosa minoria. Outra área crítica na Janela 10/40 é a China. Pastores e evangelistas são detidos todos os dias. Igrejas nos lares são fechadas e seus líderes ameaçados. Muitos são presos por portarem simpleamente a Bíblia. E, apesar do declínio do comunismo na Europa, a China ainda mantém uma posição ateísta inflexível, piorando a situação da Igreja lá. Os países com as maiores populações não-cristãs são: China , Índia , Indonésia , Japão , Bangladesh , Paquistão ,Turquia e Irã, todos na Janela 10/40°. 
Países da Janela:

01 - KUWAIT
Localização: Golfo Pérsico 5% de Cristãos evangélicos Predominante: Muçulmanos Sunitas e alguns Xiitas
Evangelismo Restrito

02 - IRÃ
Localização: Golfo Pérsico 0,5% de Cristãos evangélicos Predominante: Muçulmanos Xiitas e alguns Sunitas
Evangelismo Proibido

03 - EGITO
Localização: Oriente Médio 0,8% de Cristãos evangélicos Predominante: Muçulmanos Sunitas
Evangelismo Restrito

04 - ISRAEL
Localização: Oriente Médio0,35% de Cristãos evangélicos Predominante: Judeus e alguns Muçulmanos
Evangelismo Restrito

05 - BRUNEI
Localização: Sudoeste da Ásia 0,6% de Cristãos evangélicos Predominante: Muçulmanos e alguns Budistas
Evangelismo Restrito

06 - LÍBIA
Localização: Norte da África 0,1% de Cristãos evangélicos Predominante: Muçulmanos Sunitas
Evangelismo Proibido

07 - SOMÁLIA
Localização: Leste da África 0,1% de Cristãos evangélicos Predominante: Muçulmanos Sunitas
Evangelismo Proibido

08 - BANGLADESH
Localização: Ásia Central 2% de Cristãos evangélicos Predominante: Muçulmanos e alguns Hindus
Evangelismo Restrito

09 - BURKINA-FASO
Localização: Oeste da África 3% de Cristãos evangélicos Predominante: Animistas e alguns Muçulmanos
Evangelismo Restrito

10 - UZBEQUISTÃO
Localização: Leste da Ásia 0,001% de Cristãos evangélicos Predominante: Muçulmanos e alguns Ortodoxos Russos Evangelismo Restrito

11 - TADJIQUISTÃO
Localização: Leste Asiático 0,001% de Cristãos evangélicos Predominante: Muçulmanos e alguns Ortodoxos Russos Evangelismo Restrito

12 - LÍBANO
Localização: Oriente Médio 4,3% de Cristãos evangélicos Predominante: Muçulmanos Xiitas e alguns Sunitas
Evangelismo Permitido

13 - MALÁSIA
Localização: Sul da Ásia 2% de Cristãos evangélicos Predominante: Muçulmanos, alguns Budistas e Hindus
Evangelismo Restrito

14 - PAQUISTÃO
Localização: Oeste da Ásia 0,5% de Cristãos evangélicos Predominante: Muçulmanos Sunitas e alguns Xiitas
Evangelismo Restrito

15 - ÍNDIA
Localização: Ásia Central 1% de Cristãos evangélicos Predominante: Hindus e alguns Muçulmanos
Evangelismo Restrito

16 - BUTÃO
Localização: Ásia Central 0,3% de Cristãos evangélicos Predominante: Budistas e alguns Muçulmanos
Evangelismo Restrito

17 - MALI
Localização: Oeste da África 0,9% de Cristãos evangélicos Predominante: Muçulmanos e algumas Crenças Tradicionais Evangelismo Permitido

18 - NEPAL
Localização: Ásia Central 0,5% de Cristãos evangélicos Predominante: Hindus e alguns Budistas
Evangelismo Restrito

19 - CHINA
Localização: Leste da Ásia 4% de Cristãos evangélicos Predominante: Não religiosos(Ateus) e Folclóricos Chineses Evangelismo Restrito

20 - QATAR
Localização: Golfo Pérsico 0,007% de Cristãos evangélicos Predominante: Muçulmanos Sunitas
Evangelismo Proibido

21 - OMÃ
Localização: Golfo Pérsico 0,1% de Cristãos evangélicos Predominante: Muçulmanos
Evangelismo Proibido

22 - NIGÉRIA
Localização: Oeste da África 17% de Cristãos evangélicos Predominante: Muçulmanos e alguns Animistas
Evangelismo Restrito

23 - MAURITÂNIA
Localização: África do Norte 0,0% de Cristãos evangélicos Predominante: Muçulmanos Sunitas
Evangelismo Proibido

24 - ARÁBIA SAUDITA
Localização: Golfo Pérsico 0,007% de Cristãos evangélicos Predominante: Muçulmanos Sunitas
Evangelismo Proibido

25 - AZERBAIJÃO
Localização: Leste da Ásia 0,003% de Cristãos evangélicos Predominante: Muçulmanos Sunitas
Evangelismo Restrito

26 - EMIRADOS ÁRABES UNIDOS
Localização: Golfo Pérsico 0,7% de Cristãos evangélicos Predominante: Muçulmanos Sunitas e alguns Xiitas
Evangelismo Proibido

27 - DJIBUTI
Localização: Leste da África 0,03% de Cristãos evangélicos Predominante: Muçulmanos Sunitas
Evangelismo Proibido

28 - TURQUEMENISTÃO
Localização: Leste da Ásia 0,001% de Cristãos evangélicos Predominante: Muçulmanos e alguns Ortodoxos Russos Evangelismo Restrito

29 - KAZAQUISTÃO
Localização: Leste da Ásia 0,004% de Cristãos evangélicos Predominante: Muçulmanos e alguns Ortodoxos Russos Evangelismo Restrito

30 - MALDIVAS
Localização: Centro Sul Asiático 0,0% de Cristãos evangélicos Predominante: Muçulmanos Sunitas
Evangelismo Proibido

31 - SUDÃO
Localização: Leste da Ásia 3% de Cristãos evangélicos Predominante: Muçulmanos Sunitas e alguns Animistas
Evangelismo Restrito

32 - GUINÉ
Localização: Oeste da África 0,75% de Cristãos evangélicos Predominante: Muçulmanos e alguns Animistas
Evangelismo Restrito

33 - BENIN
Localização: Oeste da África 2% de Cristãos evangélicos Predominante: Crenças Tradicionais e alguns Muçulmanos Evangelismo Permitido

34 - ALBÂNIA
Localização: Sul da Europa 5% de Cristãos evangélicos Predominante: Ortodoxos e alguns Muçulmanos
Evangelismo Restrito

35 - IEMEM
Localização: Oriente Médio 0,01% de Cristãos evangélicos Predominante: Muçulmanos Sunitas
Evangelismo Proibido

36 - ETIÓPIA
Localização: Leste da África 10% de Cristãos evangélicos Predominante: Ortodoxos, Sunitas e Crenças Tradicionais Evangelismo Permitido

37 - TUNÍSIA
Localização: Norte da África 0,001% de Cristãos evangélicos Predominante: Muçulmanos Sunitas
Evangelismo Proibido

38 - JORDÂNIA
Localização: Oriente Médio 0,4% de Cristãos evangélicos Predominante: Muçulmanos Sunitas
Evangelismo Restrito

39 - AFEGANISTÃO
Localização: Leste da Ásia 0,2% de Cristãos evangélicos Predominante: Muçulmanos Sunitas e alguns Xiitas
Evangelismo Restrito

40 - TAILÂNDIA
Localização: Sudoeste da Ásia 0,3% de Cristãos evangélicos Predominante: Budistas
Evangelismo Restrito

41 - INDONÉSIA
Localização: Norte da Ásia 0,01% de Cristãos evangélicos Predominante: Muçulmanos e alguns Hindus
Evangelismo Restrito

42 - MARROCOS
Localização: Norte da África 0,1% de Cristãos evangélicos Predominante: Muçulmanos Sunitas
Evangelismo Proibido

43 - VIETNÃ
Localização: Sudoeste da Ásia 0,6% de Cristãos evangélicos Predominante: Budistas e Crenças Tradicionais
Evangelismo Restrito

44 - MYANMAR
Localização: Sudoeste da Ásia 4% de Cristãos evangélicos Predominante: Budistas e alguns Muçulmanos
Evangelismo Permitido

45 - CAMBOJA
Localização: Sul da Ásia 0,05% de Cristãos evangélicos Predominante: Budistas
Evangelismo Restrito

46 - SENEGAL
Localização: Oeste da África 0,1% de Cristãos evangélicos Predominante: Muçulmanos Sunitas
Evangelismo Restrito

47 - JAPÃO
Localização: Leste da Ásia 0,3% de Cristãos evangélicos Predominante: Shinto / Budistas
Evangelismo Permitido

48 - NIGÉR
Localização: Oeste da África 0,1% de Cristãos evangélicos Predominante: Muçulmanos Sunitas e alguns Animistas Evangelismo Restrito

49 - LAOS
Localização: Sudoeste da Ásia 1,9% de Cristãos evangélicos Predominante: Budistas
Evangelismo Restrito

50 - IRAQUE
Localização: Golfo Pérsico 0,5% de Cristãos evangélicos Predominante: Muçulmanos Xiitas e alguns Sunitas
Evangelismo Restrito

51 - TAIWAN
Localização: Leste da Ásia 3% de Cristãos evangélicos Predominante: Folclórica Chinesa e alguns Sunitas
Evangelismo Permitido

52 - TIBET
Localização: Oeste da China 0,02% de Cristãos evangélicos Predominante: Budistas
Evangelismo Restrito

53 - TURQUIA
Localização: Oeste da Ásia 0,03% de Cristãos evangélicos Predominante: Muçulmanos Sunitas
Evangelismo Restrito

54 - SÍRIA
Localização: Oriente Médio 0,1% de Cristãos evangélicos Predominante: Muçulmanos Sunitas e alguns Xiitas
Evangelismo Proibido

55 - GUINÉ-BISSAU
Localização: Oeste da África 1,2% de Cristãos evangélicos Predominante: Animistas e alguns Muçulmanos
Evangelismo Restrito

56 - QUIRQUISTÃO
Localização: Leste da Ásia 0,003% de Cristãos evangélicos Predominante: Muçulmanos e alguns Ortodoxos Russos Evangelismo Restrito

57 - SAARA OCIDENTAL
Localização: Norte da África 0,0% de Cristãos evangélicos Predominante: Muçulmanos
Evangelismo Proibido

58 - SRI LANKA
Localização: Ásia Central 0,9% de Cristãos evangélicos Predominante: Budistas, alguns Hindus e Muçulmanos
Evangelismo Restrito

59 - BANRAI
Localização: Golfo Pérsico 1,5% de Cristãos evangélicos Predominante: Muçulmanos e alguns Hindus
Evangelismo Proibido

60 - ARGÉLIA
Localização: Norte da África 0,01% de Cristãos evangélicos Predominante: Muçulmanos Sunitas
Evangelismo Proibido

61 - CORÉIA DO NORTE
Localização: Leste da Ásia 0,5% de Cristãos evangélicos Predominante: Não religiosos(Ateus) e Crenças Tradicionais Evangelismo Proibido

62 - MONGÓLIA
Localização: Centro-Norte da Ásia 0,1% de Cristãos evangélicos Predominante: Não religiosos(Ateus) e Crenças Tradicionais Evangelismo Restrito

(Extraído do Jornal Paixão pelas Almas - SEMIPA)
Sua Oração e Contribuição Vale Almas!

Janela Brasileira Nossa Prioridade - Missão Terra Internacional

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Curso de Missões e Evangelização - IDE/PREGAI - Missões e Evangelismo.

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sexta-feira, 25 de março de 2011

CABEÇA CHEIA E CORAÇÃO VAZIO

Sejamos homens cuja mente seja a de Cristo e cujo coração tenham a paz de Cristo
Por: Oswaldo Jacob

 Aprendi que erudição e piedade devem sempre andar juntas. Pelas minhas observações, vejo que poucos têm esta convicção. O que tenho percebido é que há muitos teólogos, mas poucos líderes comprometidos com os ensinos do Mestre. A maioria está mais preocupada em ler e produzir material do que vivenciar os princípios do evangelho da graça no dia a dia da igreja e da comunidade em volta. Temos uma forte tendência de encher a nossa cabeça com princípios teológicos e o nosso coração ficar vazio de sentimentos cristãos. Precisamos unir o que sabemos com o que vivemos.

     A nossa cabeça deve transmitir para o coração as verdades assimiladas. Razão e emoção devem ser convergentes. Ensino e prática devem andar juntos. Nas regiões onde o evangelho esfriou (principalmente na Europa Ocidental), as cabeças estavam cheias de teologia e os corações vazios. Temos uma forte tendência de ensinarmos o que não praticamos. Pregamos profissionalmente e não devocionalmente. A pregação e o ensino devem ser fruto de intimidade com o Deus Sublime e Santo e o relacionamento rico com o outro. O saber deve resultar no viver. A mente tem a ver com o saber, mas o coração com o viver. A mente armazena e o coração processa pelas emoções.

     O perigo é escrevermos textos fora da nossa realidade vivencial. Há escritores sem nenhuma simpatia, mas tentam passá-la nos seus textos. Teologia se faz no terreno da experiência com o Senhor e com o nosso próximo. Os melhores textos são aqueles que são produzidos com o coração fervente, envolvente e, ao mesmo tempo, transcendente.

     É muito fácil produzir textos a partir do mosteiro, da cela monástica sem nenhuma vida, apenas teorizações. Somos tentados a todo momento a sermos teóricos. Os escribas e fariseus eram mestres da religião, mas tão distantes do Senhor e do próximo. Nós, os escritores simples ou sofisticados, temos a tendência ao isolacionismo, com profunda dificuldade nos relacionamentos. Há elementos que são antipáticos, antisociais e elitistas. A cultura que realmente satisfaz é aquela que é fruto da minha convivência com Deus e com o meu próximo.

     Na verdade, não temos paciência com pessoas que consideramos “chatas” como se não fossemos também. É insuportável do ponto vista humano conviver com pessoas com carências no relacionamento. É duro você ler um artigo ou um livro de alguém que não manifesta empatia, simpatia e amor. Como leitores e produtores de textos somos tendentes a vivermos em nossos casulos e esquecermos que o ser humano, feito à imagem e semelhança do Senhor, deve receber toda a nossa atenção.
     Devemos ter cabeça cheia e coração cheio. Cabeça cheia de pensamentos positivos acerca do outro e de coisas excelentes (Fil 4.8) e coração cheio de amor para repartir. Como crentes, somos desafiados a ser como Jesus, que sempre foi manso e humilde de coração (Mt 11.29). Como leitores e escritores, sejamos alunos do Mestre Jesus, que sempre teve a Sua vida voltada para o alto, para o seu interior e para o próximo. Jesus é o nosso exemplo de coração cheio de amor e cabeça cheia de pensamentos positivos acerca de nós. A Sua mente e o Seu coração estavam debaixo da autoridade do Pai.

     Não era a Sua vontade, mas a vontade do Pai. O teólogo é aquele que busca a profundidade do relacionamento com Deus e com o outro. Devemos aprender a ouvir o outro, mas principalmente ao Senhor. Na estrada da vida, o teólogo sempre encontra os caminhantes, os maltrapilhos com os quais ele deve se relacionar, amar profundamente em Cristo para então ter os subsídios para sua vida. Aqui está a riqueza da teologia que parte de cima e de baixo – Deus e o homem, Sua obra-prima tão amada.

     Sejamos homens e mulheres cujas mentes sejam a de Cristo (1 Co 2.16) e cujos corações tenham a paz de Cristo Jesus como o seu árbitro (Cl 3.15). O nosso grande desafio é conciliarmos mente e coração à serviço dAquele que é a nossa inspiração constante. Glorificamos a Deus quando expressamos amor a Ele e amor ao nosso próximo – os dois pilares fundamentais do fazer teológico. Que o Senhor encontre em nós, Seus obreiros das letras e do saber, amor para com os mais necessitados, os pequeninos. Eles devem ser sempre alvo do nosso amor, carinho e afeto – atitudes e ações que certamente nos motivarão para levantar o maltrapilho e produzir textos que edificarão vidas tão preciosas. Um dia fomos alcançados pela graça de Deus. E esta graça que deve nos bastar para levantarmos o outro, vivendo a coerência de Cristo, nosso amado Senhor.

     Site: institutojetro.com
Data: 23/3/2011 09:20:30
FONTE: CREIO.COM