terça-feira, 3 de julho de 2012

Um com eles - novo tema da Portas Abertas deste ano!


"Quando um membro sofre, todos os outros sofrem com ele; quando um membro é honrado, todos os outros se alegram com ele." 1 Corí­ntios 12.26
 
 

Vamos orar

Brunei (28º) Os cristãos bruneanos lutam para praticar sua fé, mas temem perder suas famílias, empregos e até mesmo suas vidas. Muitos deles oram para suas famílias conhecerem Jesus Cristo para que não fiquem sozinhos. Contactar outros cristãos é arriscado e as igrejas frequentemente relutam em aceitar ex-muçulmanos. Ore para que os cristãos desencorajados e isolados de Brunei encontrem força e coragem no Senhor.

Tal como planeado, a Bíblia está em vias de ser ilegalizada

Foi dito às forças policiais escocesas para não aceitarem Bíblias oferecidas pelos Gideões visto que o Livro "condena a homossexualidade". As Bíblias foram oferecidas às forças policiais escocesas cada uma contendo a insígnia da força respectiva. No entanto, a "Gay Police Association" (GPA) é contra o gesto e já emitiu uma declaração exigindo que as forças retirem o seu envolvimento. Num passado recente, a GPA envolveu-se em problemas com as autoridades por ter feito alegações falsas e enganadoras em relação a Bíblia. Em 2006 o grupo foi repreendido por ter produzido um anúncio onde era exibida uma Bíblia ao lado duma poça de sangue com o título "em nome do pai". O ataque culpava a religião, especialmente o Cristianismo, pelos "violentos" ataques contra os homossexuais. Mas a "Advertising Standards Authority" determinou que o anuncio era mentiroso, indecente e sem fundamento. O sindicato UNISON uniu-se a GPA na sua oposição à distribuição de Bíblias gratuitas junto das forças policiais. Os Gideões afirmam que querem oferecer Bíblias à polícia como um "guia valioso para a vida". O grupo disse que "elas podem ser oferecidas a todos os membros da força individual, tanto os policiais activos como a equipa civil". Mas a GPA disse o seguinte numa declaração: Os membros da GPA entraram em contacto connosco expressando preocupação que a sua Força esteja oficialmente a dar suporte a um livro religioso que condena a homossexualidade.A GPA não acredita que um serviço público, tal como a policia, deveria ser visto a dar apoio - com o seu envolvimento - a uma religião em particular acima de outra qualquer, ou mesmo acima da falta de religião. A GPA disse ainda que se Bíblias podem ser oferecidas, "certamente que isto pode ser feito sem o envolvimento da força policial interessada." O sindicato UNISON comentou: Não é o papel da Força Policial oferecer apoio oficial a qualquer religião ou impôr uma visão religiosa aos seus funcionários. O mesmo grupo acrescenta ainda que espera que as forças policias escocesas "rejeitem" a oferta. Fonte * * * * * * * Aos poucos a esquerda militante aproxima-se daquele que sempre foi o seu plano desde o princípio: ilegalizar a religião Cristã. Se não se podem distribuir Bíblias nas forças policiais, por esta condenar o homossexualismo (coisa que a medicina também faz), então não se pode ter um Livro assim a circular livremente na sociedade. Consequentemente, as pessoas que o circulam certamente têm que ser punidas por isto. Ou seja, um Cristão a distribuir Bíblias em via pública (algo que lhe é garantido pela Declaração dos direitos Humanos que, por sinal, nada diz em torno de "direitos humanos" adquiridos via anal) pode ser lançado na prisão apenas e só por practicar a sua fé. Aos poucos, o lobby gay vai mostrando quais são os seus planos. FONTE: INSTITUTO TEOLOGICO GAMALIEL ( ACERVO TEOLOGICO)

sábado, 5 de maio de 2012

D.I.P. A QUEM ENVIAREI? EIS A PERGUNTA DO SENHOR Á SUA IGREJA!

“O tempo de Deus é perfeito”: O testemunho de um cristão da Etiópia

Em 20 de março de 2012, após quase dois anos de prisão, Tamirat WoldeGorgis foi finalmente libertado. Marido e pai de duas filhas, ele foi condenado a três anos de prisão acusado de supostamente profanar o Alcorão Sua prisão aconteceu após um desentendimento entre ele e um amigo muçulmano. O conflito resultou em um assalto a Tamirat. Na noite de 02 de julho de 2010, vários extremistas islâmicos liderados por seu colega de quarto, se aproximaram dele e começaram a insultar sua fé e a ameaçalo de morte. Quando o primeiro golpe atingiu seu rosto, Tamirat gritou pedindo ajuda. Moradores da aldeia vizinha, de maioria muçulmana, rapidamente vieram o em seu auxilio, mas logo que ficaram sabendo os motivos pelos quais ele estava sendo agredido, se voltaram contra ele. Felizmente, haviam policiais à paisana na região. Inicialmente os policiais queriam ajudar Tamirat. No entanto, ao ouvir as acusações dos agressores que alegavam que Tamirat havia difamado o Islam, os políciais também o matraram e o levaram sob custódia. No dia seguinte, dois irmãos na fé foram à delegacia para visitar Tamirat e descobriram o motivo de sua prisão. Quando perguntaram sobre ele, os policiais responderam asperamente que ele fora preso por insultar o Islã. Embora conhecessem Tamirat por pouco tempo, eles acharam muito estranha e inveridica a acusação, e cautelosamente tentaram defendê-lo. Isso provocou uma reação ainda mais agressiva por parte dos policiais e sem qualquer justificativa, os dois homens ficaram presos por vinte dias. "No terceiro dia, amarraram minhas mãos e pernas e me bateram", compartilhou Tamirat". “Eles queriam que eu 'confessasse' que insultei o Islã e que eu escrevesse páginas do Alcorão. O interrogador me explicou que se eu confirmasse as acusações, eles melibertariam". Tamirat se recusou, dizendo que todas as acusações eram falsas. E explicou-lhes que tinha um acordo com seu companheiro de quarto que lhe devia dinheiro, mas que este para se livrar da divida havia planejado mata-lo. Então, o interrogador levou a Tamirat um formulário para assinar, que aparentemente reconhecia que ele havia passado por um interrogatório. O conteúdo do formulário estava em somali, uma língua que Tamirat não entendia. Inconscientemente como um bom cidadão, Tamirat assinou o formulário. Somente quando seu caso foi levado perante o tribunal, ele ficou sabendo do que de fato se tratava o documento. Ao assinar o documento ele foi enganado e induzido a admitir a culpa. Tamirat pediu desesperadamente a oportunidade dese defender e afirmar a sua inocência. Mas o juiz negou-lhe esse direito e deu o veredicto. Tamirat foi condenado a três anos de prisão. Na prisão compartilhaou uma célula de 4m x 4m com outros quarenta presos. Além de todas as condições insalubres da prisão, Tamirat se sentia completamente isolado de todos os seus relacionamentos. Nem mesmo seu advogado, nem os líderes de sua igreja tinham autorização para visita-lo. Doze meses depois, Tamirat já não tinha mais esperança de sair da prisão. O Supremo Tribunal havia negado a todos os seus apelos. Tamirat tinham medo de revelar o motivo de sua prisão a outros detentos. Ele dividia a cela com perigosos criminosos muçulmanos e temia a reação deles compartilhasse sua fé em Cristo. "Mas, sendo um cristão devoto, era impossível esconder minha fé e o confronto não poderia ser evitado por muito tempo." A data do julgamento de Tamirat foi adiada por várias vezes. Ele não recebeu nenhuma notícia ou visita. Sentiu-se totalmente esquecido. “Por muitos meses eu não sabia que os cristãos estavam orando por mim”, disse Tamirat. “Ninguém foi autorizado a fazer contato comigo ou falar comigo mesmo quando estive no Tribunal”. Mas em um dia específico no Tribunal, Tamirat percebeu algumas pessoas tentando fazer contato visual com ele, como se dissessem "estamos aqui por você". Quando o juiz chamou Tamirat, ele viu os homens curvando a cabeça e ele sabia que eram cristãos e que estariam orando por ele naquele momento. Pela primeira vez em meses, uma alegria indescritível tomou conta de Tamirat. O encontro com aqueles cristãos significava muito para Tamirat. Ele foi animado com a presença deles ali e Deus os usou para dizer que ele não estava sozinho nesse momento dificil. Embora estivesse fisicamente separado dos seus irmãos em Cristo, ele sabia as orações os unia como família. Ter a certeza de que irmãos estavam orando por ele, era o que Tamirat precisva para enfrentar os próximos meses na prisão. "Eu estava totalmente convencido de que meu caso estava nas mãos do Senhor." Finalmente, saiu veredito do juiz. Eles não conseguiram encontrar provas para incriminá-lo, mas o juiz também não queria absolve-lo das acusações. Então, sua sentença foi diminuida para dois anos. A essa altura, ele já havia cumprido 16 meses de prisão. Cinco meses depois, Tamirat foi libertado. Na noite de 20 março de 2012, Deus falou com Tamirat através de um sonho. "Deus me disse que eu seria liberado no dia seguinte". Sua libertação aconteceu de repente. Em circunstâncias normais, os presos são ordenados a tomar banho e lavar suas roupas antes de sairem da prisão. Mas com Tamirat isso não aconteceu. Tamirat não tinha idéia do que estava esperando por ele do lado de fora da prisão. Grande foi sua alegria quando viu vários cristãos à sua espera em frente à prisão, alegres e louvando a Deus por sua libertação. "Que toda a glória seja dada a Deus, que me sustentou e guardou nas horas mais dificeis. O tempo de Deus é perfeito, Ele me fez mais forte e fortaleceu a minha fé. Agradeço tambem à Portas Abertas pelo apoio, preocupação e pelas orações”. Tamirat recebeu livros cristãos de apoio da Portas Abertas. FontePortas Abertas TraduçãoMarcelo Peixoto
ESTAMOS FELIZES, REGOZIJANTES PELO QUE O SENHOR FEZ NO FINAL DE SEMANA PASSADO. CONCLUÍMOS A PRIMEIRA SALA DE CAPELANIA DO MINISTÉRIO PAULISTANA, MOTIVO DE ALEGRIA E JÚBILOS AO SENHOR DOS SENHORES, AGRADECEMOS IMENSAMENTE PELO NOSSO AMIGO, MISS., CAPELÃO, PASTOR E ACIMA DE QUALQUER TITULO, SERVO DO DEUS ALTÍSSIMO! PR. ERALDO. O NOSSO MUITO OBRIGADO, POR TUDO, PELO DESPRENDIMENTO E EM PROL DA OBRA DO MESTRE. CREMOS QUE ESSA NOVA ALIANÇA SERÁ ETERNA E FRUTÍFERA AQUI NA TERRA. EM NOME DE TODA A IGREJA E DOS NOVOS CAPELÃES, NOSSO MUITO OBRIGADO!

sábado, 21 de abril de 2012

Missio Dei, missiones ecclesiae, minha missão: Nova edição APOLOGÉTICA CRISTÃ

Missio Dei, missiones ecclesiae, minha missão: Nova edição APOLOGÉTICA CRISTÃ: AMIGOS (as) Compartilho com vocês a capa da nova edição da revista APOLOGÉTICA CRISTÃ, a maior e melhor revista de teologia e apologética d...

Missio Dei, missiones ecclesiae, minha missão: Nova edição POVOS

Missio Dei, missiones ecclesiae, minha missão: Nova edição POVOS: Nunca uma revista evangélica foi tão missionária como revista POVOS. Desde sua primeira edição, vem publicando o melhor conteúdo de missões...